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Blog do Patez


Mais uma resposta à Política S.A.

Ao refletir politicamente, concluo -sempre com abertura à uma segunda opinião-, que a classe política atual é mui incompetente para mudar este estado de situações caóticas na qual o mundo está mergulhado. Sequer têm vontade para que essa mudança aconteça... estão acostumados com a situação e a inércia os deixa cada vez mais néscios no que diz respeito à uma melhor e mais completa forma de administrar. Quando alguns se preocupam com as finanças, esquecem o humano. Quando lembram de cuidar das pessoas é de maneira populista, que costuma ser uma maneira nojenta de se fazer política. Um político de grandeza superior deve ser aquele que busca entre muitas coisas o ponto de equilíbrio de um Estado (finanças em dia e lado humano justo).

Não estou com isso querendo cometer a injustiça de igualar os diferentes. Somente após dar condições de desenvolvimento iguais à todos é que poderemos saber quem é de fato superior a quem em determinado assunto ou campo de atuação. Dizer que alguém é superior por que teve condições de apredizado e educação de primeira é simples demais. Complexo é um sistema educacional que previlegie as aptidões individuais de cada cidadão. Vejo verdadeiros imbecis de alta classe (incluo aí os alguns novos ricos), que não sabem dar um passo sem autorização de papai ou mamãe. Outros tantos que pela falta de objetividade, pela leviandade com que são tratados, e mimados pelos pais e pela escola, se entregam e se estragam nas drogas e perdem-se neste momento valores que seriam muito importantes na sociedade. Nas classes pobres a pressão por resultados também existe e é cruel. Meninos e meninas que muito cedo começam a ser explorados nas esquinas, nas calçadas, nos becos... não conseguem esdudar por que simplismente quem os deveria dar o exemplo, ou seja seus pais, também não tiveram exemplos. Essa cadeia, essa teia de aranha nodosa os persegue até o fim da vida, que por vezes em demasia é muito curta. Os que conseguem sobreviver em sua grande maioria, passam pela vida com um grande tédio, acham que não vale à pena lutar por condições melhores de sobrevivência e passam por sua vez este problema à seus numerosos filhos. Uma parte (um em um milhão) consegue ter um trabalho digno, chegam até à uma graduação superior, mas muito cedo esquecem de onde vieram e passam  a desprezar, o lugar, as condições e as pessoas de onde vieram...pouquíssimos tentam mudar a situação destes outros com ações educacionais e se mostrando como exemplo, dando um pouco do que conseguiram em forma de respeito e preocupação com seus outrora iguais! Congratulações à estes poucos!!

Através da educação pode-se mudar este panorama desalentador no qual vivemos. As classes que financiam a miséria poderiam olhar e inteligentemente perceber que quanto mais empurram as classes pobers para baixo, mais perigoso fica o hambiente social. Ao pensar e executar planos educacionais e de inclusão do cidadão em situação desfavorável, o crescimento como pessoa conciente, que vê no outro um parceiro e não uma caça (situação esta que vem desde há muito, pois as classes de baixo acham com bons motivos para isso, que estão em grande sofrimento por culpa de alguém, aprenderam a identificar essa "alguém" como o fulano rico das altas classes sociais, o esbanjador imbecil que paga miséria aos seus funcionários, mas faz festa para cachorros que beiram a imbecilidade de gastar milhares de dinheiros). O rico imbecil e esbanjador dá um tapa na cara dos outros com seus gastos exêntricos, o dinheiro mal usado e muito, mas muito mal empregado... pessimamente direcionado. Uma dose de conciência do bom- senso seria de grande ajuda aqui.

 

 



Escrito por Patez às 18h04
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Resposta à política S.A. (parte 2)

O grande caos social que hoje se mostra assustador e é tema de diversas discussões para achar soluções, é provocado como sempre por um mal psicológico arraigado na mente do homem individual e coletivamente devo dizer. Um mal que foi herdado, um atavismo que se não olharmos direito diríamos ser genético e incurável  (já que para muitos se trata de uma doença). Este suposto mal genético (não o é) faz com que os homens se engalfinhem,  torturem, matem, para tomar algum território, mas ao contrário de nossos ancestrais não há mais territórios físicos à conquistar, apenas os psicológicos. Essa transferência de um tipo de "território" ao outro faz com que o ser humano nesta questão envolvido, fique perdido e totalmente à mercê do sistema, da mídia destruidora de mentes (a mídia quer mentecaptos), e da política que o corrompe e o bestifica. A mídia tem um papel fundamental na violência (digo que é culpada em muitos casos), com seu imediatismo da notícia, a imitação exarcebada de atos violentos através de filmes, novelas e outros tantos telejornais preocupados em mostrar sensacionalisticamente apenas estes atos. O homem é e sempre foi reflexo do que vê, ouve e sente. Vendo ouvindo e sentindo apenas o que há de mais podre tem a tendência de interiorizar esse emaranhado de situações, transforma-as em pensamentos como se fossem seus, e logo após pode transformá-los em atos. O bom-senso da mídia, creio que é algo difícil de acontecer, poderia diminuir muito, talvez tornar um pouco mais confortável a vida humana na Terra. Não digo que resolveriam-se todos esses problemas socias com esta simples atitude, mas que contribuiria bastante ao bem estar geral.



Escrito por Patez às 15h39
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Resposta à Política S.A.

A idéia principal de Estado surge da necessidade do ser humano em organizar-se em sociedade, para viver em conjunto pessoas que possuíam os mesmos interesses uniam-se a fim de poder defender e delimitar seu espaço, daí por diante conquistar e anexar novos territórios foi apenas uma consequência. Devo supor que nos primórdios da organização social não havia classes e muito menos escravos. As diferenças de classes foram aos poucos surgindo, primeiro com aqueles que eram mais fortes e defendiam seu território com força superior e logo torna-se-íam líderes de fato, posso dizer que eram considerados protetores em primeiro lugar daquela distinta sociedade. Estes mesmos fortes tinham que à todo momento defender seu ponto de vista, seu território e com o tempo seu status. A organização pedia que ao irem travar outras tantas batalhas, nomeassem aqueles que poderiam responder e defender seu pedaço de terra na sua ausência. Surgem administradores de diversas categorias que vão se aprimorando nesta técnica  (estes servem à quem lhes deu poder e aos que estão sob sua tutela!). A sociedade foi assim se modificando e modernizando. Passados muitos anos temos hoje estes outrora apenas servidores em uma posição de arrogante e lastimável usurpação do direito dos demais, agora eles "se servem" e são servidos pela sociedade, numa clara e mal sucedida inversão dos valores primordiais que constitui a idéia central de sociedade e Estado. A classe que resultou deste tipo foi a sempre quase honesta classe política, desdenhosa e cheia de importância de si mesma. Esqueceram qual é o fundamento principal de quem quer "servir" ao Estado.

Minha proposta é que esta classe volte à sua primeira condição de "servidora". Que vejam e sintam que ao servir à sociedade podem ser beneficiados de igual maneira. Que sejam formados os políticos desde pequenos nas escolas, ensinando-os não religiosidades, mas acima de tudo cidadania. O político atual deve ser erradicado do planeta. Uma mentalidade forte, que não caia nas tentações do poder deve ser formada, talvez com alguém a lhes dizer:- O glória passageira, esta do mundo! (parafraseando os romanos). Uma categoria de homens e mulheres preparados desde cedo para funções sócio-administrativas, fortes o bastante para impor a si mesmo o respeito pela sociedade sem jamais lesá-la!



Escrito por Patez às 17h23
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