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Blog do Patez


Mudanças Radicais, ou Quase!

  O título acima refere-se a alguns pensamentos que ultimamente tem feito que eu reflita, com muita consideração aos mesmos, um é sobre a tolerância à preceitos ou mesmo conceitos religiosos, a outra é o voto dos analfabetos e a facultação do mesmo aos adolescentes menores de dezesseis anos. Aqui posso considerar como discussão ética e de direitos civis estes dois problemas que encontram resistência em muitas cabeças que pensam- desculpem-me pois cabeças que pensam é algo raro hoje em dia. Tenho portanto e para tanto, propostas, a viabilidade das mesmas ao meu julgo não é impossível.

À elas então. A grosso modo seriam, em relação ao voto dos analfabetos e dos menores de dezesseis anos:

- para o sujeito tomar partido das decisões políticas de seu país deve este possuir no mímimo o segundo grau completo, não importando a idade ou procedência de tal sujeito- entendo que isso já basta para manter longe das decisões políticas estes e aqueles que a meu ver não têm condição intelectual para tal feito, não estou dizendo com isso que um menor de dezesseis anos não pensa à respeito de participar das decisões políticas, sei que há alguns, mas a grande maioria despreza este direito e sequer tem noção de sua importância... e não acho justo por causa de dois prejudicar milhares. Estes que não se enquadram neste tipo fraco de vontade e totalmente alienado que espere sua vez com tranquilidade. Encaro com grande estranheza o sujeito poder votar aos dezesseis anos e não poder tirar a habilitação para dirigir, e sequer poder responder por si mesmo em casos de atos criminosos- se ele pode votar que é algo tão importante, tem conciência, se tem conciência pode dirigir e assumir por seus atos a responsabilidade total criminal que dos mesmos advir. Aqui lhes faço uma pergunta:- já viram analfabeto querendo votar, ou mesmo lutando por algum "direito"? Quantos?

- a tolerância aos preceitos religiosos deve ter também seus limites, principalmente no que se refere à preservação da vida e do direito que alguém vivo tem à ela (digo dos que já nasceram). O caso escacarado de limite que se pode colocar nessa "tolerância" é a inaceitabilidade de permitir que se mate em nome de tal religião, vou colocar aqui o dedo nesta ferida até sangrar... falo das Testemunhas de Jeová e seu ridículo conceito de não aceitar transfusão de sangue mesmo estando à beira da morte. O Estado tem o dever de proteger os seus cidadãos queiram eles ou não, é o que se impõe quando se tem um Estado, essa é uma de suas funções básicas, mas vejo governantes negligenciando demais esta função social, o Estado deve coibir com rigidez tais disparates fanático-religiosos, deve-se punir mesmo com cadeia estes negadores da vida, e se não se conseguir com tal punição, com a extinção desta terrível e intolerante seita que aproveita-se da boa fé e ingenuidade de seus fiéis para disseminar o grande deixar morrer, a grande ofensa à vida, ensinos como esses que não tem respaldo nem em seu pricipal e básico livro de ensinamentos religiosos. Quando digo estinguir, não me refiro à exterminar pessoas, mas à instituição, que seja proibido tais instituições que desmerecem e matam pessoas em nome de ensinos que não existem, sabemos que a intenção dos que ditam regras é ganhar muito dinheiro à custam de idiotas- proteja-se os idiotas pois eles não sabem o que fazem.

Este assunto é recorrente, devemos dizer não à essas barbáries que ocorrem em nosso país... que tem muito de terceiro mundo, e de primeiro mundo tem só a vontade de parecer ser igual aos grandes. Nosso gigante país é diminuído por sua canalha e porca política de camaradagem e os politicamente corretos ao acharem-se ajudando, atrapalham sempre... e para infelicidade dos que refletem, nosso país é apenas o reflexo deste mundo que ao invés de aceitar-se como caótico que é, tenta conformá-lo de acordo com uma fôrma pré-estabelecida que não dá certo a milênios e só traz infelicidade e dor aos seus habitantes, que são habitados por idéias cada vez mais turvas levando estes a um mar de imbecilidades.



Escrito por Patez às 14h10
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